Uma postagem do engenheiro da Apple Ricky Mondello no blog WebKit da empresa indicou que a lista de aliados restantes do infame Adobe Flash acaba de sofrer mais uma baixa. No texto, o representante da equipe da Maçã revelou que a companhia agora vai fazer com que o software seja desativado por padrão no Safari 10 – a versão do navegador que virá junto ao Mac OS Sierra, quando o sistema for lançado na nossa primavera.

Quando você usar o browser para acessar um site que tenha tanto Flash quanto HTML5, o Safari automaticamente optará por utilizar a segunda opção. Já que uma página realmente só dispor do software da Adobe para funcionar, o navegador lançará uma janela pop-up para perguntar se você deseja ligar o plugin. Nesses momentos, será possível optar por manter a ativação somente durante a sessão atual ou mantê-la funcionando para sempre na página em questão.

A medida segue uma tendência já acompanhada pela Microsoft e a Google, que vêm se distanciando do Flash há algum tempo. O Chrome, por exemplo, já bloqueia anúncios com o software da Adobe e tem planos de adotar uma medida similar à da Apple ainda em 2016. No caso do Edge, conteúdos em Flash só são exibidos se forem um elemento importante dos sites – como um jogo ou um vídeo, por exemplo.

Caso o Flash seja realmente necessário em uma página, o Safari 10 perguntará se pode ativá-lo

Protegendo seu iPhone

No caso dos dispositivos móveis, a Maçã anunciou durante a WWDC que todos os aplicativos para iOS terão que se conectar à internet por meio de HTTPS a partis do primeiro dia do ano que vem. Na prática, isso significa que os apps terão que ativar um recurso lançado pela Apple no iOS 9, chamado App Transport Security (ATS) – forçando os programas a usar uma conexão segura para manter seus dados em sigilo.

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