Quando se pensa em gênios da atualidade como Gabe Newell, Elon Musk e Mark Zuckerberg, a impressão que temos é que qualquer um envolvido com tecnologia gostaria de estar próximo deles para aprender um truque ou dois sobre o setor – e sobre negócios, claro. Porém, no caso do chefão do Facebook, você sabia que o inverso também é verdadeiro? O rapaz gosta de trazer para bem perto de si uma série de talentos que podem ensinar uma coisa ou duas sobre projetos da empresa ou atuais áreas de interesse do executivo.

Essa e outras informações a respeito do criador de uma das redes sociais mais populares do planeta foram reveladas por uma matéria especial da Fast Company, que estampou o jovem de 31 anos em sua edição de 20º aniversário. Em uma das entrevistas para a publicação, Yann LeCun, que chefia a sede de pesquisas de inteligência artificial da companhia, explicou que o CEO do Facebook desfaz rapidamente qualquer tipo de obstáculo interno que considera prejudicial para os objetivos da empresa.

A própria contratação de LeCun, por exemplo, demonstra essa característica, já que, como o francês se recusava a deixar Nova York, Zuckerberg abriu um escritório em Manhattan para o centro de pesquisa de IA. Achou pouco? Bem, o executivo também fez questão de que seu novo funcionário e outros integrantes do setor sentassem próximos à sua mesa para que pudesse aprender com eles. “Quando nos mudamos para o novo prédio, acabamos sentando longe de Zuck uns nove metros”, se lembra o profissional.

“Nada disso, estão muito afastados, venham para mais perto”, foi a resposta do executivo ao pequeno empecilho – sugestão que foi aceita de imediato. Segundo a Fast Company, essa é uma estratégia bem característica de Zuckerberg para absorver novos conhecimentos. Exemplos disso são que, em 2011, quando a equipe de desenvolvimento estava prestes a habilitar novos recursos para a timeline do portal, ela também foi colocada próxima à mesa do chefão. Kevin Systrom, CEO do Instagram, também foi para perto do moço após a aquisição do serviço.

É de se imaginar que o figurão considera essa troca de experiências essencial para o bom andamento e a evolução dos negócios da companhia, eliminando barreiras físicas para o contato entre indivíduos-chave para a produção de diversos produtos da casa. E você, gostaria de poder estar próximo a Zuckerbeg diariamente? Acha que o sistema pode acabar colocando muita pressão em cima da pessoa convidada a ficar ao lado do guru das redes sociais ou realmente dá chances maiores de aprendizado?

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