Disponíveis através do Facebook desde setembro deste ano, aparentemente os vídeos em 360 graus oferecidos pela rede social não foram muito fáceis de criar. Em uma atualização em seu blog de engenharia, a empresa explica os problemas que teve que enfrentar, que incluíram a tarefa de “costurar” conteúdos de forma a evitar que imagens aparecessem de forma distorcida.

Segundo a companhia, seus engenheiros criaram um filtro que usa um método de animação em CG conhecido como “cube mapping” para aumentar a qualidade do resultado final. A técnica em questão divide quadros em seis quadrados que forma um cubo, o que permite renderizar cada quadro com uma quantidade de frames 25% menor que a do vídeo original.

A menor quantidade de pixels também se reflete em um tempo de processamento mais rápido e em arquivos com tamanho menor, algo essencial para a rede social funcionar em aparelhos móveis. Segundo a empresa, o trabalho de codificação de cada vídeo é dividido por diversas máquinas poderosas de forma a acelerar ao máximo o trabalho.

Embora essas produções possam ser vistas por qualquer pessoa, elas indicam um foco maior em conteúdos prontos para trabalhar com headsets de realidade virtual. Algo que não é exatamente inesperado, visto o investimento da companhia na compra da Oculus VR e as alegações de Mark Zuckerberg de que a VR deve ser a próxima grande evolução da computação.

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