Na última sexta-feira (8), o TecMundo publicou o artigo “10 termos de uso do Facebook Messenger que vão deixar você boquiaberto”, baseado em uma lista publicada anteriormente pelo site The Huffington Post.

Nossa proposta com o texto era chamar a atenção para alguns fatos curiosos relacionados aos termos de uso da rede social, mas infelizmente, como pudemos perceber pela reação dos nossos leitores nos comentários, o aspecto alarmista do fato acabou se sobressaindo.

Sendo assim, de acordo com a nosso política editorial, faz-se necessário vir a público para dar a vocês, leitores, alguns esclarecimentos sobre as nossas intenções, bem como nos desculpar pelo tom adotado na construção do texto, que pode ter destoado da proposta inicial. 

Por que esse assunto é importante?

Sabemos que na maioria das vezes os usuários em geral não leem os termos de uso de um software. Além de ser um texto geralmente longo e usar alguns termos técnicos que podem soar estranhos para muitos, em alguns casos existe ainda a barreira do idioma, no caso de softwares que não disponibilizam esse conteúdo em português.

Independente das razões que levem as pessoas a não ler esse tipo de texto, deixamos claro que é importante ter ciência do que ali está escrito, uma vez que, ao indicar que “leu e aceita os termos de uso”, o usuário pode estar sujeito a práticas com as quais não concorda necessariamente, mas de que não terá como fugir caso realmente queira instalar o software em questão.

Essas características não se referem apenas ao Facebook Messenger, mas se aplicam a praticamente todo e qualquer software ou serviço online usado em smartphones. Erramos ao não deixar clara essa característica e erramos também ao não informar de maneira objetiva que os termos citados no artigo, embora deem acesso a um grande volume de informações do usuário, são vitais para o funcionamento do app, e não nocivos ou algo do gênero. 

Desta forma, pedimos desculpas pelos eventuais transtornos ou preocupações que a matéria em questão possa ter causado. Salientamos novamente que este tema é de suma importância – e provavelmente será abordado futuramente em outros artigos –, mas que não há motivo algum para pânico ou para início de uma “caça às bruxas” por conta de termos de uso pouco difundidos presentes nos principais serviços da atualidade.

A opinião dos nossos leitores é fundamental para o TecMundo e, por conta disso, não poderíamos ficar alheios a esse fato sem os devidos esclarecimentos. 

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