O Facebook pode causar muitos males para o ser humano, de vício a golpes financeiros, mas ele também pode salvar vidas. A história de Malen Gaynor, diagnosticada com leucemia há poucas semanas, é uma prova disso.

A advogada de 39 anos mora na Argentina e foi internada em Buenos Aires com um quadro agudo de leucemia. Malen não respondeu bem ao tratamento com quimioterapia e a solução seguinte era encontrar um doador de medula óssea com ao menor 50% de compatibilidade. Para isso, entretanto, foi necessário restabelecer um laço rompido há 18 anos.

Há quase duas décadas, o pai de Malen divorciou-se da mãe da moça e foi morar em Córdoba, perdendo o contato com a antiga família. Usando o Facebook, a advogada foi capaz de encontrá-lo virtualmente e voltar a falar com ele e outros parentes, como o meio-irmão que só havia visto quando criança. Ela até pediu a eles que fizessem exames de compatibilidade em busca de possíveis doadores.

Malen ainda entrou em grupos do Facebook com dicas e conscientizações para pacientes com leucemia ou com casos na família. O pai da moça vai no começo de junho à capital do país fazer os exames — e, quem sabe, ajudar a salvar a vida da própria filha com a ajuda da rede social.

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