Em 2010, a situação do Facebook e da Microsoft eram bastante diferentes da que vemos atualmente. Enquanto a rede social já era considerada grande, ela ainda não tinha em seu portfólio nomes de peso como a Oculus e o Instagram — já  a empresa de tecnologia estava planejando o Windows 8 e tinha como seu CEO o polêmico Steve Ballmer.

Segundo Ballmer, o destino das duas empresas quase se uniu nessa época graças a uma proposta de compra que ele fez a Mark Zuckerberg. Segundo o executivo revelou na última sexta-feira (21), ele tentou comprar a rede social por US$ 24 bilhões (o equivalente a R$ 75 bilhões na conversão atual da moeda), proposta que foi recusada.

“Eu acho que ofereci US$ 24 bilhões quando a companhia era pequenininha e [Zuckerberg] disse não”, explicou Ballmer. “E eu respeito isso”. A Microsoft foi uma das primeiras investidoras na rede social e segurava 1,6% de suas ações na época, sendo que as duas companhias sempre tiveram uma relação cordial.

Decisão acertada

atualmente, o Facebook está avaliado em US$ 374 bilhões

A decisão de Zuckerberg se mostrou acertada: atualmente, o Facebook está avaliado em US$ 374 bilhões, enquanto seu valor pessoal chega a quase US$ 56 bilhões. Em compensação, Ballmer, que atualmente trabalha como dono dos Los Angeles Clippers, tem sua riqueza pessoal avaliada em US$ 28 bilhões.

Durante a entrevista concedida à CNBC em que revelou a tentativa de comprar a rede social, Ballmer também esclareceu que nunca teve interesse em adquirir o Twitter. No entanto, isso não impediu que ele, junto ao príncipe Al-Waleed Bin Talal da Arábia Saudita, se tornasse um dos maiores acionistas do serviço na época.

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