E quando a humanidade achava que já entendia tudo o que havia nas proximidades do espaço, uma nova descoberta acaba de surpreender (e envergonhar) um enorme número de cientistas pelo mundo todo. Isso porque, segundo um artigo publicado no Monthly Notices of the Royal Astronomical Society, eles descobriram uma nova galáxia gigantesca orbitando nossa própria galáxia – como se tivesse surgido “do nada”.

Ok, ok. Não é como se a galáxia estivesse esperando para nos pegar de surpresa se escondendo atrás de uma nebulosa ou como se o sistema de camuflagem dela tivesse dado defeito. O fato é que a galáxia Crater 2, como foi nomeada, sempre esteve ali, mas passou despercebida por nós devido a uma série de fatores, mesmo sendo a quarta maior galáxia a nos orbitar.

Para começar, Crater 2 é uma galáxia incrivelmente escura, ao ponto de ser classificada como um dos pontos menos iluminados de todo o Universo conhecido. Junte a isso o fato de que ela é cercada por algumas galáxias muito mais luminosas, e o resultado é que ela quase não é visível ou detectável, o que, por sua vez, lhe garantiu o apelido de “A Gigante Frágil”.

Depois disso, fica difícil se surpreender ou duvidar da possibilidade de que nosso Sistema Solar tenha mesmo mais um planeta.

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