Você já deve ter ouvido falar sobre câmaras hiperbáricas, uma maneira de aplicar o oxigênio em um nível maior do que a pressão atmosférica. O que você talvez não conheça é a CVAC Pod, uma cabine no formato de ovo, símbolo de uma visão mais ambiciosa da medicina hiperbárica.

Segundo informações do The Wall Street Journal, passar 20 minutos dentro do CVAC Pod por três vezes durante a semana é suficiente para melhorar a circulação, oxigenar células vermelhas, remover ácido lático e até mesmo estimular a produção de células-tronco. Para isso, a câmara simula grandes altitudes, comprimindo os músculos em intervalos regulares.

Não é incomum atletas recorrerem às câmaras hiperbáricas, que custam cerca de US$ 5 mil. Já a CVAC Pod custa US$ 75 mil, e há apenas 20 delas pelo mundo, de acordo com a matéria do The Wall Street Journal.

A diferença, segundo a fabricante, é que a novidade combina pressão e compressão cíclica, o que, segundo alguns estudos sugerem, é mais eficiente do que somente um ou outro. Pressão, temperatura e densidade do ar podem ser ajustados, o que ajuda um atleta a se adaptar a várias condições.

Um dos adeptos da invenção é o tenista Novak Djokovic, atual número 1 do mundo e conhecido pelo vigor físico impressionante. Ele não revelou até a última semana, mas faz uso dela desde o US Open de 2010. Nole, como é conhecido, afirmou que o equipamento ajuda na recuperação após um set exaustivo, e complementou: “É como uma espaçonave, uma tecnologia muito interessante”.

A notícia do The Wall Street Journal afirma que muitos atletas recorrem ao CVAC Pod, mas seus nomes não são revelados pelas fontes consultadas, pois a câmara é considerada uma vantagem técnica. O equipamento não foi banido por nenhum corpo regulador de esportes, no entanto.

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