(Fonte da imagem: Reprodução/Arstechnica)

No mês de julho deste ano, Kim Dotcom se manifestou sobre os casos de atos de espionagem conduzidos pelos Estados Unidos e que começaram a “aparecer” em diversos locais ao redor do mundo. O fundador do Megaupload se posicionou contra o país em que mora, a Nova Zelândia, por conta de uma espécie de pacto feito com os EUA.

O maior problema de Dotcom é o fato de que ele foi alvo de uma investigação ilegal promovida pelo Departamento de Comunicação e Segurança da Nova Zelândia — também conhecido como GCSB, na sigla em inglês. O objetivo da operação era o de fornecer informações gerais do empresário para os Estados Unidos.

E ele reagiu...

Por conta disso, Kim Dotcom decidiu processar o governo da nova Zelândia. De acordo com as informações disponíveis sobre a questão, ele forneceu mais informações sobre o caso — uma das “novidades” é a afirmação de que o empresário foi investigado por agências de cinco países diferentes, somando o Reino Unido, Canadá e Austrália à situação.

Além de tudo isso, o processo afirma que o governo neozelandês utilizou técnicas que vão além da espionagem digital, instalando secretamente câmeras em volta da propriedade de Dotcom. Isso também mostra que os atos de investigação ilegal começaram em janeiro de 2012, resultando em um problema relativamente antigo.

Uma indenização bem alta

Kim aproveitou para alegar que, no momento da sua prisão, as forças especiais da Nova Zelândia derrubaram a porta da sua casa (supostamente sem motivo) e simplesmente algemaram a sua segurança pessoal, que não anda armada. Por conta de tudo que foi relatado, Dotcom está cobrando uma indenização de US$ 6,9 milhões — cerca de R$ 15,8 milhões.

Por enquanto, o primeiro ministro do país preferiu não se pronunciar sobre os casos de espionagens ilegais como um tudo. Enquanto isso, as autoridades da Nova Zelândia negaram a utilização de força abusiva e outras operações, como a instalação de câmeras. Dessa maneira, somos obrigados a esperar o desfecho dessa história para sabermos o que é verdade ou não — e é claro que você confere as novidades aqui no Tecmundo.

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