Os cristais fotônicos podem ser o futuro da energia portátil (Fonte da imagem: Reprodução/The Verge)

O celular que você tem no bolso com certeza é recheado de tecnologias superavançadas e, apesar do seu poder de processamento, um item ainda deixa um pouco a desejar: a limitada bateria destes gadgets portáteis.

Por isso, cientistas do MIT buscam soluções para desenvolver as tecnologias de armazenamento de energia – e eles têm encontrado soluções que podem mudar completamente o mercado nas próximas décadas.

Entre as pesquisas bem sucedidas estão os projetos que utilizam os chamados cristais fotônicos. Os cientistas, utilizando metais como o tântalo e o tungstênio, conseguiram criar um cristal fotônico com absorção de infravermelho capaz de trabalhar com temperaturas de até 1200 graus. Esse tipo de calor gera uma radiação que pode ser convertida em energia elétrica, tudo funcionando em um “sistema” capaz de ser aplicado em várias utilidades diferentes.

E o que isso tem a ver com o seu celular? Bem, pode parecer insano ter um tipo de “energia nuclear” dentro do bolso, mas as pesquisas do MIT indicam que uma tecnologia deste tipo pode, em um futuro não muito distante, ser bastante plausível.

Estas baterias apresentam várias vantagens, como o fato de ser uma tecnologia mais limpa, que trabalha com maior eficiência e que é capaz de trazer até dez vezes mais autonomia do que as tradicionais que utilizam o ion-lítio – e que apresentam problemas de superaquecimento em muitos aparelhos.

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