A tecnologia da informação e comunicação (TIC) está cada vez mais presente no nosso dia-a-dia. Mesmo que não diretamente, de alguma forma ela influencia vários fatores e acontecimentos da sociedade atual. Isso porque não conseguimos mais pensar na vida sem a internet e sem estarmos de alguma forma conectados à web.

O Brasil é um dos maiores consumidores de internet e mídias, e isso coloca pressão sobre os prestadores de serviços e empresas para desenvolver novas arquiteturas de rede para lidar com a investida da evolução das necessidades dos assinantes e como a qualidade é definida.

Só para darmos um exemplo: no passado era tolerável um vídeo em uma qualidade ruim pois o streaming era algo novo. Entretanto, hoje, exigimos o HD, e isso está forçando os fornecedores de serviços a melhorar seus recursos para entregar esta experiência de qualidade.

Entretanto, essa transição de tecnologias deve ser feita de forma suave. Mais um exemplo: não dá para do nada sair do 3G para o 4G e como em um simples passe de mágica acharmos que temos arquitetura completa para isso.

Mas o Brasil está crescendo

Nos últimos anos, temos acompanhado a evolução do Brasil nesse assunto, cidades conectadas, novas tecnologias de comunicação, enfim, várias empresas veem nosso país com bons olhos e como uma janela de oportunidades. Uma dessas companhias é a Viavi (antiga JDSU que está no país há mais de 45 anos).

A empresa oferece produtos, equipamentos e serviços dedicados à monitoração e gerenciamento para diversas áreas de Telecomunicações e TI. O TecMundo conversou com Huba Rostonics, gerente regional de Marketing da companhia, para saber como a Viavi está se preparando para o momento da TIC no Brasil.

Segundo Rostonics, com o crescimento no tráfego de dados e a chegada de novas tecnologias como o 4G/LTE, a Viavi vem construindo uma base de projetos importante com foco em entregar aos clientes não somente dados sobre suas redes e serviços, mas informação enriquecida com inteligência necessária, em tempo real, para poder ajudá-los na tomada de decisão.

Hoje, não é só importante a qualidade da informação, mas também a velocidade com que ela chega. A TIC serve exatamente para fazer com que isso aconteça: receber a informação mais precisa em muito menos tempo. Essa visão de velocidade x precisão tem se tornado evidente para as empresas aqui no Brasil.

“Vemos uma mudança no perfil de investimento de nossos clientes, desde um modelo com foco em cobertura, construção e expansão de rede, a um modelo de gerência de experiência, com crescente necessidade de visibilidade sobre a rede, serviços e assinantes. Nossa proposta é ajudar a entregar, de uma maneira escalável, essa visibilidade fim-a-fim, e, com isso, ajudar nossos clientes na gestão e criação de novos serviços, na melhoria de qualidade e na gestão de processos internos, como atendimento a falhas e manutenção preventiva”, informa o gerente.

Como se preparar?

Outro importante ponto citado por Rostonics é que as fronteiras entre os datacenters, os provedores de serviços de nuvem e os mercados tradicionais de Telecom estão desaparecendo e as empresas que oferecem tecnologia para essas áreas devem estar prontas para apoiar cada vez mais este tipo de clientes, assim como ele informa que a Viavi está.

O gerente nos diz que aqui no Brasil, a empresa aumentou a cobertura de vendas diretas e indiretas através de canais e montou equipes para atender clientes regionais. Além de, é claro, mostrar para as vantagens do alcance do portfólio da companhia e como a Viavi pode ajudar a maximizar seus investimentos. É assim que ela pretende ajudar os prestadores de serviços a fazer essa transição de tecnologias de forma segura: mostrando soluções práticas para isso.

“Existe um crescimento sem precedentes relacionado com quase todas as tecnologias de Telecomunicações, e o mercado de fibras é só um deles. Nossas soluções ajudam os clientes a lidar com esse crescimento através de sistemas, softwares e instrumentos de campo que fornecem soluções de ponta a ponta, do core ao usuário, assim como também incorporam as melhores práticas que estão em conformidade com as normas vigentes no país”, conclui Rostonics.

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