No dia 26 de junho, a Justiça de Goiás havia determinado que tanto a Google quanto o Facebook deveriam remover as fotos vazadas do corpo do cantor Cristiano Araújo, tanto da preparação do enterro quanto a do acidente que matou o artista no dia 24 de junho.

Entretanto, a empresa do gigante buscador entrou com um embargo de declaração, ou, em outras palavras, um recurso que solicita uma explicação sobre a decisão judicial. Contudo, a juíza Denise Gondim de Mendonça recursou o pedido da Google na última sexta-feira (03).

Além de ter a solicitação negada, a empresa terá que pagar uma multa de R$ 50 mil por praticar um ato de má-fé contra a família do cantor, ou seja, por não ter retirado as fotografias e vídeos imediatamente após a decisão do dia 25 de junho. Apesar de a empresa ter removido parte do conteúdo que infringia a decisão, ainda havia resquícios dele na internet.

Quem entrou com a ação judicial foi a CA Produções Artísticas, a agência que cuidava da carreira de Cristiano Araújo. Apesar de a situação ter sido prolongada, provavelmente a Google entendeu o recado e deve cumprir com as leis. Se você quiser entender o caso completo, clique aqui.

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