Snake Eyes: G.I. Joe Origins - veja primeiras críticas do filme

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Imagem: Paramount Pictures/Reprodução
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Embora o próximo filme da franquia G.I. Joe só chegue oficialmente aos cinemas em 19 de agosto, alguns críticos especializados de diversos sites importantes já puderam conferir o longa. Por conta disso, muitos deles já divulgaram suas impressões iniciais sobre a produção, analisando pontos importantes e revelando aspectos indispensáveis aos espectadores.

Na trama, o público se aprofundará na história de origem do ninja titular. Snake Eyes (interpretado por Henry Golding) enfrenta diversos desafios, mas é recebido com louvor no clã Arashikage, sobretudo depois que ele salva a vida de seu herdeiro. Quando chega ao Japão, o jovem solitário aprende diversas lições e se desenvolve em meio a uma verdadeira família, que lhe passa valores muito importantes.

Mesmo nesse ambiente acolhedor, as coisas não são fáceis. Conforme seus segredos mais obscuros vão sendo revelados, sua honra e lealdade são testadas e, por esse motivo, deverá lutar com todas as suas forças para reconquistar a confiança daqueles que lhe estenderam a mão algum dia.

O que a crítica está achando de Snake Eyes: GI Joe Origins?

O elenco da produção ainda conta com as participações de Andrew Koji como Tommy Arashikage, Úrsula Corberó como a Baronesa, Samara Weaving como Scarlett, Iko Uwais como Hard Master e Peter Mensah como Blind Master. Conforme os críticos foram publicando seus textos, em escala comparativa, é possível perceber que muitos deles acreditam que a franquia tenha uma certa evolução.

Ainda nesse sentido, uma boa parte delas ressalta a qualidade técnica de certas passagens do longa, evidenciando também, por outro lado, uma possível inconsistência narrativa. O projeto começou a ser arquitetado cinco anos depois que GI Joe: Retaliation chegou aos cinemas, em 2013. Naquela época, o filme em questão não teve uma boa recepção da crítica, mesmo que a bilheteria tenha sido satisfatória.

(Paramount Pictures/Reprodução)(Paramount Pictures/Reprodução)Fonte:  Paramount Pictures 

A direção de Robert Schwentke, ao que tudo indica, é um ponto de destaque nessa nova sequência. Molly Freeman, do Screen Rant, por exemplo, ressaltou que as cenas de ação são frenéticas e enérgicas, mas que o diretor opta por uma construção dramática baseada em câmera tremida e muitos cortes.

“Isso transforma as cenas de luta em confusos flashes de movimento com pouco sentido. Entretanto, quando a coreografia das lutas pode brilhar, a  ação desenfreada de Snake Eyes realmente floresce”, analisou, acrescentando que o longa está recheado de boas intenções, mas que poucas delas atendem às expectativas.

Glenn Kelly, do New York Times, destacou a atuação de Henry Golding como algo interessante, mas lamentou que exista uma previsibilidade latente no roteiro, com diálogos pouco convincentes. Richard Roeper, do Chicago Sun-Times, concorda com ele em partes.

“Golding é um sujeito charmoso e simpático que deu um show de atuação [em outros trabalhos]. Mas, neste filme, ele possui uma presença suave e nenhum pouco ameaçadora, o que não combina com a força do Snake Eyes”, enfatizou. “Nos disseram que este homem está cheio de amargura e sede de vingança, mas nunca realmente parece como se ele estivesse com esses sentimentos”, finalizou.

Para David Ehrlich, do IndieWire, Robert Schwentke teria errado diversas vezes em realizar um bom filme, tendo em vista que muitas vezes parece que o tom se confunde e as constantes mudanças de ritmo acabam confundindo os espectadores.

(Paramount Pictures/Reprodução)(Paramount Pictures/Reprodução)Fonte:  Paramount Pictures 

Outros sites, como o The Hollywood Reporter e Variety, também já publicaram suas críticas. John DeFore, que conferiu o longa em nome do THR, citou que o principal desafio dos roteiristas era condensar a quantidade de informações que deveriam ser levadas ao público e, por esse motivo, o filme falhava em ser algo grandioso e profundo.

Por fim, Owen Gleiberman, da Variety, considerou Snake Eyes: G.I. Joe Origins como uma produção de personalidade, estilo e vivacidade. “Há um enredo familiar diabólico que cria uma cota razoável de drama. O filme também é uma mistura sintética, mas exuberante e habilidosa, de diversos gêneros”, mencionou.

Portanto, fique ligado e aguarde por esse lançamento!