A Mainframe2 é uma startup que planeja transformar aplicativos nativos do Windows em programas baseados na nuvem, funcionais a partir de qualquer navegador moderno. Atualmente, a empresa concentra os seus esforços para portar programas de design, engenharia, ciência e outras ferramentas que tendem a ser graficamente mais pesadas do que outros programas para escritório.

A startup está convertendo os aplicativos para os seus usuários através do suporte da Amazon Web Services, algo que garante a qualidade e confiabilidade do serviço. Também há planos para trazer a sua plataforma para outros fornecedores de infraestrutura cloud em breve.

Desde que surgiu, em outubro do ano passado, a empresa tem se mostrado ansiosa para exibirtodos os seus produtos. Recentemente, ela disponibilizou uma demonstração do IntelliCAD 8.0 que pode ser rodada a partir da nuvem em um servidor baseado nos Estados Unidos. Para testá-lo, acesso o link do desenvolvedor e aperte o "play", conforme o indicado na imagem abaixo:

Segundo o CEO da empresa, Nikola Bozinovic, essa “é uma boa referência de como os outros aplicativos gráficos poderão rodar no Mainframe 2, programas como CAD 3D, animações ou softwares de edição de vídeo”.

O segredo por trás da tecnologia

Mainframe2 executa os aplicativos na Amazon Web Services e, em seguida, converte cada quadro em um vídeo H.264, que fica canalizado ao longo do seu dispositivo conectado à internet. Ele funciona em qualquer navegador com suporte para HTML 5 sem a necessidade de plugins como o Flash e o Java. Entretanto, Bozionovic observa que ele funciona melhor no Google Chrome ou no Mozilla Firefox atualmente.

Os desenvolvedores de software também poderão obter benefícios de levar os seus aplicativos Windows para a Mainframe2. Primeiramente, será possível transformar os programas em serviços web com pouco esforço e também adicionar características como a colaboração em tempo real.

Atualmente, a Mainframe2 tem 15 funcionários trabalhando em tempo integral, divididos em sua sede em Menlo Park, na Califórnia. em um escritório na Sérvia. A startup arrecadou US$ 650 mil em financiamento e começou a gerar receita em janeiro. Bozinovic espera que a empresa comece a ficar rentável no próximo trimestre.

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