Desde que surgiu o trailer de O Hobbit, muitos apaixonados por cinema começaram a emitir opiniões divergentes. Não acerca da qualidade do filme, mas sim sobre a tecnologia utilizada por Peter Jackson (o diretor) na captura das imagens. Em vez da tradicional técnica de gravação em 24 fps (frames por segundo), ele usou uma que dobra os quadros de captura para 48 – o que significa muito mais realismo.

Em cenas calmas, é quase imperceptível a diferença, mas com a ação mais intensa as imagens parecem muito artificiais. Ao contrário do que se imaginava, as imagens não ficam mais suaves do que acontecia anteriormente – na verdade, as movimentações ficam muito mais “duras” e parecem ter sido aceleradas em um programa de edição.

O principal problema disso é a falta de naturalidade, como já dissemos. Há quem diga que a mudança não tira a magia dos filmes, mas não se pode negar que eles perdem um pouco da fantasia, por estarem mais próximos da realidade visual. Será que a tecnologia vai dar certo ou os filmes em 24 fps ainda possuem muita vida pela frente?

Fonte: Engadget

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