Hora ou outra falamos sobre dispositivos eletrônicos que poderemos vestir no futuro. Nessa leva, sempre entram os óculos de realidade aumentada, smartwatches e vários outros. Contudo, uma equipe de pesquisadores da Universidade de Tóquio está pensando esse conceito de uma forma muito mais versátil. Em um artigo publicado na revista Nature, eles apresentaram um dispositivo que foi classificado como o eletrônico mais fino e leve já desenvolvido.

Como você confere no vídeo, ele é construído em cima de um plástico-filme bastante fino e pode ser esticado, dobrado, amassado e ainda assim continuar funcionando. Até agora, os cientistas acreditam que sua criação pode ser utilizada para fins médicos, no monitoramento de sinais vitais dos pacientes e coisas do gênero.

O dispositivo tem um peso irrisório e conta com apenas 1 nanômetro de espessura. Ele consegue ainda identificar pressão e calor em qualquer ponto de sua estrutura. Por conta disso, já se fala na criação de uma segunda pele para humanos, que poderiam sentir o ambiente mesmo se estivermos vestidos com um traje de proteção. Peles artificiais para robôs, por exemplo, entraram na lista de possíveis aplicações para o dispositivo também.

Como a criação dos cientistas de Tóquio, liderados por Takao Someya e Martin Kaltenbrunner, ainda não está completamente pronta, nenhum dispositivo médico ou qualquer outro ainda utiliza a tecnologia.

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