Covid-19: apps da Apple e Google têm poucos usuários nos EUA

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Recentemente, o site Business Insider apontou que os aplicativos criados pela Apple e Google para auxiliar no combate ao coronavírus estão enfrentando um baixo índice de adoção nos Estados Unidos. Segundo a fonte, apenas 17 dos 26 estados norte-americanos que aderiram aos softwares optaram por compartilhar seus dados, revelando estatísticas preocupantes.

Considerando todos os estados participantes, o número médio de downloads dos aplicativos sobre a covid-19 alcançou 24,8%, com apenas 2,14% dos usuários relatando possíveis casos de infecção. Até mesmo na região com maior número de usuários, em Maryland, foram registrados apenas 40% de instalações e 9,7% contaminações.

O baixo índice de adesão dos aplicativos levantou questões sobre a eficácia do sistema. Apesar disso, representantes da Google e Apple afirmaram que a intenção original da medida era fortalecer os esforços das autoridades no combate contra a pandemia e que, neste contexto, foi efetiva em "salvar milhares de vidas".

Aplicativos contra a covid-19 possuem baixa adoção nos Estados Unidos. (Fonte: Unsplash / Reprodução)Aplicativos contra a covid-19 possuem baixa adoção nos Estados Unidos. (Fonte: Unsplash / Reprodução)Fonte:  Unsplash 

Ainda sem dados definitivos, uma das principais teorias por trás da baixa adoção dos aplicativos contra a covid-19 é a desinformação, em especial as fake news. A divulgação de informações falsas pode ter gerado uma imprevista desconfiança à tecnologia, bem como maior medo do vírus.

Outra possibilidade especula que o público captado pelo aplicativo é mais propenso a tomar outros cuidados contra o coronavírus e, assim, evitou a infecção — levando ao baixo número de registros de casos confirmados. Todavia, pouco mais da metade dos estados norte-americanos adotaram a medida oficialmente, algo que pode ter influenciado os índices de adesão.