A vida dos foragidos da justiça que lançam mão de cirurgias plásticas para se esconder está com os dias contados. Uma nova técnica descoberta por pesquisadores da Universidade de Notre Dame, em Indiana, nos Estados Unidos, permite identificar rostos em imagens mesmo após cirurgias plásticas.

Segundo o cientista da computação Kevin Bowyer, o software é capaz de identificar partes específicas do rosto e, a partir delas, informar se a combinação é precisa ou não. A nova técnica é mais eficiente do que os tradicionais métodos de identificação, que levam em consideração o rosto inteiro da pessoa.

O pesquisador salienta que o software foi baseado em uma técnica chamada reconhecimento facial por representação esparsa. Contudo, para que ele funcione de maneira adequada, é preciso que o banco de dados disponha de várias fotos de uma mesma pessoa, mas em ângulos diferentes.

A equipe de Bowyer percebeu ainda que o novo método é capaz de identificar o rosto mesmo de pessoas que tenham feito cirurgias plásticas, uma vez que partes da face permanecem inalteradas. Durante os testes, o índice de sucesso do novo software foi de 78%.

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