As realidades virtual (RV) e aumentada (RA) têm se desenvolvido em um ritmo mais acelerado nos últimos anos, principalmente para atender a demandas comerciais e de governos. O setor de entretenimento já não é mais o maior alvo da indústria, que também passa a atender outros segmentos, com a educação. Depois de alguns anos de pesquisa, é possível observar resultados interessantes.

Um deles é o projeto do Centro Universitário Internacional Uninter, que desde 2017 vem distribuindo kits práticos para estudantes de engenharia participar de experimentos práticos em laboratórios virtuais. Agora, os ambientes digitais estão prestes a estrear, devem começar suas atividades no segundo semestre deste ano.

De acordo com o coordenador do curso de Engenharia de Computação, Frank Alcantara, a prática envolve avaliações de alto nível de complexidade, que não podem ser feitas nas casas dos alunos ou nos polos de apoio presencial. O sistema foi incorporado em uma página web, que pode ser acessada por meio de um óculos cardboard de baixo custo, a partir de R$ 16.

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“Optamos pela tecnologia mais acessível financeiramente, para garantir o máximo de abrangência entre os nossos alunos. Mas também estamos testando outros óculos, como o (Oculus) Rift e o Microsoft HoloLens”, comenta o professor.

O próximo passo é envolver o reconhecimento facial e de objetos com ajuda de outras frentes, como o Núcleo de Pesquisa e Desenvolvimento em Inteligência Artificial (Nupedia).