(Fonte da imagem: Radpod)

Pode ficar tranquilo com seus pensamento, os cientistas ainda não criaram máquinas para ler a mente de quem está andando pelas ruas. Mas os avanços das pesquisas na Universidade de Princeton (EUA) são impressionantes e, atualmente, os scanners cerebrais criados pelos pesquisadores já conseguem fazer uma série de definições da atividade cerebral.

Se a pessoa que estiver sendo pesquisada pensar em um animal, os sinais cerebrais serão oriundos de uma parte do cérebro específica. Caso a mesma pessoa pense em um vegetal, a área ativada será outra. Com base nisso, os cientistas podem definir o que está sendo imaginado no cérebro estudado.

A cada vez que pensamos em algo, pensamos em vários outros objetos relacionados a ele, no mesmo momento. Por isso em vez de um objeto específico, os cientistas só conseguem encontrar grupos de itens. Para melhores resultados, os pesquisadores demandam uma base de dados bem avançada, completa o suficiente para que os cruzamentos de dados gerem análises exatas dos “novos pensamentos”.

Ainda estamos muito longe das “leituras de pensamentos”, mas os primeiros passos já estão sendo dados. Longe das invasões de privacidade, um dos principais objetivos dessas pesquisas é criar formas de comunicação para pessoas que perderam a capacidade motora de falar (pessoas em coma, por exemplo). 

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