O Instituto de Tecnologia de Massachusetts (MIT), dos Estados Unidos, desenvolveu uma inteligência artificial para monitorar o sono. A sua principal aplicação é identificar as ondas de rádio emitidas por uma pessoa enquanto ela dorme, mas a tecnologia é capaz até mesmo de adivinhar quando alguém está sonhando, tudo por meio da análise da atividade cerebral.

O objetivo final desta tecnologia é facilitar e tornar mais preciso o diagnósticos de doenças do sono. Além de suas capacidades avançadas, seu principal trunfo é dispensar aqueles inúmeros plugues que precisam ser grudados em exames que monitoram o sono. E isso graças ao algoritmo criado pelos cientistas, capaz de traduzir em sinais de rádios todas as fases do sono — leve, profundo e movimento rápido dos olhos.

Inteligência artificial pode ajudar você a melhorar a qualidade do seu sono.

“Imagine se o seu roteador WiFi soubesse quando você está sonhando e pudesse monitorar quando você tem sono profundo o suficiente, que é necessário para a consolidação da memória”, afirma a professora de engenharia elétrica e ciência da computação Dina Katabi. “A nossa visão é desenvolver monitores de saúde que vão ficar em segundo plano e capturar sinais psicológicos e importantes medidas de saúde, sem pedir ao usuário para mudar seu comportamento de nenhuma maneira.”

Em suma, a ideia é criar um dispositivo capaz de monitorar hábitos e a saúde de pacientes de forma contínua e discreta, sem que algo precise ser acoplado ao corpo ou alguma ação direta tenha que ser tomada. Com isso, os diagnósticos ganham em precisão não apenas pela quantidade de dados coletados, mas pela naturalidade com que isso é feito.

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