Ao que parece, ainda que dezenas de empresas pelo mundo estejam pensando em como armazenar e aproveitar melhor as energias renováveis, a dona da Google tem seus próprios projetos para a categoria. O melhor de tudo? Esses planos da Alphabet envolvem anticongelantes e um punhado de sal. Muito, muito sal mesmo.

Essa nova empreitada da gigante da tecnologia está sendo desenvolvida sob o codinome Malta e tem como principal objetivo apresentar uma autonomia superior à das baterias de íon-lítio e ser mais eficiente que as usinas hidrelétricas mais recentes. Como não poderia deixar de ser, a brincadeira é capitaneada pela divisão X da empresa – responsável por algumas das ideias mais ousadas da casa.

De acordo com um artigo da Bloomberg, o novo serviço da Alphabet deve atacar mais um problema importante do mundo atual – a produção e a distribuição de energias renováveis – ao mesmo tempo em que faz com que a holding possa colocar os pés em um mercado que pode receber cerca de US$ 40 bilhões (R$ 125 bilhões) em investimentos até 2024.

A energia extra pode ser armazenada por horas ou dias a fio

Segundo o portal de economia, o sistema proposto pelo projeto Malta quer absorver energia na forma de eletricidade e dividir isso em dos elementos: ar frio e ar quente. Enquanto o primeiro é contido no fluído anticongelante, o segundo tipo fica retido em tanques de sal. A ideia é que, com essa estratégia, a energia extra possa ser armazenada por horas ou dias a fio – quase sem perdas durante esse estágio. Ainda não se sabe quando ou mesmo se esse produto vai ser disponibilizado ao público algum dia.

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