Em julho de 2013, o Lumia 1020 foi lançado, trazendo uma câmera de 41 MP, com lentes Carl Zeiss, sensor de estabilização de imagem e um flash de Xenon para compor um excelente componente para tirar fotos. Hoje, quase quatro anos depois, a Microsoft mal fala da linha Lumia, mas alguns cientistas estão aproveitando o smartphone de uma maneira peculiar.

Por mais que estranho e improvável que seja essa utilização, é exatamente isso o que os pesquisadores da UCLA (University of California, Los Angeles) e da Suécia conseguiram realizar apenas com um Lumia 1020 e dois LEDs. O aparelho portátil pode ser utilizado para analisar moléculas e sequências de DNA.

Lumia 1020

Basicamente, o dispositivo improvisado consegue detectar elementos fluorescentes nas reações das sequências de DNA em peles e células. Basicamente, isso daria uma chance de os cientistas analisarem tumores e muitas outras coisas em qualquer lugar, oferecendo um tratamento médico avançado em locais mais humildes.

Certamente, trata-se de um protótipo e ainda requer alguém com habilidades médicas ou com habilidades para manipular dados e equipamentos laboratoriais. O microscópio foi apresentado em um longo artigo da revista Nature, que você pode conferir no link abaixo.

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