Uma colaboração entre cientistas de quatro instituições diferentes teve como resultado uma tecnologia que poderá, no futuro, devolver os movimentos de quem sofre de paraplegia ou tetraplegia. Liderada pelo neurocientista Grégoire Courtine, a equipe de pesquisadores conseguiu criar um sistema neuroprostético que age como um transmissor sem fio para os sinais cerebrais, conectando-os à medula espinhal e “pulando” a lesão na coluna.

O mais incrível é que, ao ser testado em dois chimpanzés que serviam como cobaia, a tecnologia se mostrou eficaz e devolveu o movimento das pernas de ambos os primatas. É claro que o sistema (batizado como Interface Cérebro-Espinha) ainda está bem longe de poder ser utilizado em seres humanos, mas não podemos discordar que tal avanço científico já é incrível por si só.

Como dissemos anteriormente, a descoberta é uma colaboração entre quatro instituições diferentes: o Instituto Federal de Tecnologia de Zurique, a Universidade de de Bordeaux, o Centro Hospitalar Universitário de Vaudois-Lausana e a empresa privada Motac Neuroscience.

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