Para que um aparelho possa ser lançado sem falhas ou defeitos, é necessário que uma série de testes seja feita para garantir a qualidade do produto. Em muitas situações, as empresas usam máquinas, robôs ou outros dispositivos mecatrônicos para realizar os experimentos em seus protótipos. Tudo isso é feito na tentativa de não decepcionar seus consumidores, que podem descobrir tarde demais que o aparelho que compraram entorta no bolso, é muito lento ou muito frágil em quedas acidentais.

Confira nos vídeos a seguir alguns dispositivos interessantes que servem como parâmetro para os engenheiros aprimorarem os smartphones e tablets dos quais tanto gostamos.

Chrome TouchBot

O TouchBot é um “robozinho” que simula um dedo humano e faz uma série de testes na tela sensível a toque de dispositivos que funcionam com o sistema operacional Android. Isso mostra como funciona a resposta do aparelho ao uso humano no que diz respeito a toques e deslizes na touchscreen. É possível realizar o mesmo experimento que essa máquina faz acessando este link.

Teste de deformação do Galaxy Note 4 em bolsos traseiros

Qualquer objeto que guardamos nos bolsos traseiros de uma calça corre o risco de entortar. No caso de carteiras ou cartões de crédito, o dano ainda é reversível, mas, em se tratando de celulares, uma sentada pode sair cara. Pensando nisso, muitas empresas fabricantes de smartphone tentam adaptar seus aparelhos para que não sejam danificados com essa deformação. Veja no vídeo a máquina que realiza esses testes com o Galaxy Note 4.

Teste de queda do Galaxy S6 e do S6 Edge

Quem nunca derrubou um celular no chão? Muitas vezes, escapamos ilesos das quedas mais feias, mas podemos perder a tela do smartphone ou do tablet por uma pequena bobagem. Uma junção de fatores somada ao azar do usuário pode inutilizar um dispositivo por completo, basta deixá-lo cair de um jeito que o danifique. Veja como os desenvolvedores testam a fragilidade de um aparelho antes de comercializá-lo para valer.

LG G Flex e os arranhões em sua capa traseira

Este robô simula todo tipo de arranhão que pode deformar ou danificar a traseira do LG G Flex. A partir daí, os engenheiros conseguiram aperfeiçoar a mágica da “regeneração” e aumentar a durabilidade da capa desse smartphone.

Simulação do celular dentro da bolsa

Um celular desprotegido dentro de uma bolsa é o desespero da maioria das mulheres que carregam muitos objetos que podem danificar seu smartphone. Para entender melhor essa situação, essa máquina simula o interior de algum compartimento cheio de itens “ameaçadores” para o bem-estar de um dispositivo móvel.

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É bom lembrar que todos essas provas são feitas em ambientes seguros e controlados e servem para melhorar cada vez mais os produtos que adquirimos. Com exceção do teste de toque na tela, não tente realizar essas experiências em casa sob o risco de danificar o seu celular ou tablet.

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