Se você acha que são só as operadoras telefônicas brasileiras que conseguem irritar seus consumidores ao ponto de eles desejarem fazer alguma loucura, então saiba que isso não é uma exclusividade nossa. Na última quinta-feira (12), uma mulher de 26 anos foi presa na cidade de Palm Springs, no estado norte-americano da Florida, por invadir uma loja da T-Mobile com um SUV um dia depois de discutir com funcionários do local.

Na véspera do ocorrido, Shinobia Montoria Wright tinha ido até o estabelecimento porque seu iPhone estava com a tela quebrada. Lá, ela exigiu que o aparelho fosse trocado por um novo, afirmando que era seu aniversário e ameaçando “bugar” se não ganhasse um celular substituto. De acordo com o atendente, ela parecia entorpecida e tentou roubar um smartphone, mas acabou expulsa do local.

A loja sofreu US$ 30 mil em danos

Tudo parecia resolvido até que, no dia seguinte, Wright usou seu SUV Nissan Armada 2005 para quebrar a fachada e invadir a loja da T-Mobile, machucando um funcionário ao causar a queda de um mostruário. Depois disso, ela teria descido do carro e continuado seu ataque, usando um rodinho de mão para quebrar as vitrines restantes. Quando um empregado tentou impedi-la de entrar em uma área restrita, a mulher o acertou no pescoço com a arma improvisada, causando “danos visíveis”.

Muitos danos

Presa e com a cabeça mais fria depois de ser levada a um hospital, Wright disse aos policiais que estava tendo um dia ruim e ficou enfurecida quando descobriu que, mesmo tendo pago por um seguro, teria que gastar mais para receber um iPhone substituto. As autoridades determinaram que a acusada não estava sob efeito de álcool ou de drogas e os danos à loja ficaram estimados em mais de US$ 30 mil – cerca de R$ 96.807, em conversão direta.

Wright foi acusada de lesão corporal, lesão corporal grave, roubo, dano criminal de mais de US$ 1 mil e direção imprudente. Ela também teve que passar por uma cirurgia para tratar de seus antebraços, que foram feridos na colisão do carro. As autoridades devem mantê-la sob custódia enquanto avaliam se ela possui problemas psicológicos. Seja como for, é certo que a acusada terá um longo processo judicial pela frente e muito tempo para aprender a se acalmar antes de agir.

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