Quanto você acha que vale a sua privacidade? Para a empresa Sirin Labs, o preço disso é bem alto, e ela mostra isso no valor que está cobrando por seus novos smartphones Solarin. Os aparelhos estão sendo prometidos como os “smartphones mais seguros do mundo”, contando com ferramentas de segurança bem avançadas no mercado internacional.

Para começar, o aparelho pode ser usado como um celular comum — com as ferramentas e funcionalidades que você já está acostumado a ver em qualquer dispositivo –, mas basta acionar um botão especial na parte traseira do smartphone para fazer com que ele se transforme em uma verdadeira “zona segura” para os consumidores.

Com isso acionado, o Solarin ativa criptografia avançada em todo o aparelho — fazendo com que todos os dados sejam protegidos. Além disso, câmeras e sensores são totalmente desabilitados e o smartphone fica “à prova de espiões” — uma vez que nem ao menos o GPS pode ser utilizado durante este período.

Para quem quiser ainda mais segurança, o Solarin oferece um sistema especial de criptografia P2P nas comunicações entre dois aparelhos da mesma empresa. É claro que isso tudo tem um preço alto: além das tecnologias de segurança e privacidade, os materiais usados fazem com que a produção fique bem cara — somente a carcaça metálica resistente custa perto de  US$ 300.

Especificações técnicas

  • Tela: LCD IPS 5,5 polegadas
  • Resolução: 2560x1440 pixels
  • Processador: Qualcomm Snapdragon 810
  • Clock de processamento: 2 GHz
  • Memória RAM: 4 GB
  • Memória de armazenamento: 128 GB
  • Dimensões: 159,8 mm x 78 mm
  • Espessura: 11,1 mm
  • Peso: 250 g
  • Câmera traseira: 23,8 MP
  • Câmera frontal: 8 MP
  • Bateria: 4.040 mAh

O sistema operacional é baseado no Android, mas conta com otimizações de segurança. A Sirin Labs pretende vender o Solarin para empresários e outros executivos que precisam de privacidade. Há quatro modelos e eles vão de US$ 13,8 il até US$ 17,4 mil — dependendo dos acabamentos escolhidos para o aparelho. Vale dizer que ele não é à prova do governo, pois supercomputadores podem quebrar a criptografia do Solarin. Você investiria no aparelho?

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