Entre as várias tecnologias que foram criadas para os automóveis nas últimas décadas, uma das áreas que mais evoluiu foi, sem dúvidas, a de segurança. Um vídeo, lançado pelo instituto norte-americano IIHS em 2009, voltou ao foco recentemente e mostra de maneira clara a diferença entre veículos antigos e novos.

A filmagem foi feita para comemorar os 50 anos do IIHS e mostra um teste de colisão realizado para evidenciar a evolução da segurança. No vídeo, um Chevrolet Bel-Air de 1959 bate de frente com um Chevrolet Malibu de 2009.

O modelo mais antigo é completamente destruído, e o impacto é transferido diretamente para o motorista – que pula e chacoalha absurdamente durante a batida devido ao banco e ao cinto de segurança simples.

O conjunto de painel, volante e bancos é tirado do lugar, e o resultado é uma porção de metal retorcido, fazendo com que o habitáculo do condutor fosse reduzido consideravelmente.

No carro atual, porém, a história é um pouco diferente: apesar da força brutal da colisão frontal, a estrutura deformável absorve boa parte do impacto e ajuda a manter a célula de sobrevivência intacta.

O boneco de testes também é mantido de forma muito mais firme graças ao cinto de segurança de três pontas e tem o movimento amortecido pelo airbag. O movimento de "chicote" provocado pela colisão também é amparado pelo encosto de cabeça.

 

Evolução consistente nas últimas décadas

Departamentos de trânsito do mundo todo têm trabalhado constantemente para aumentar a segurança dos veículos e reduzir o risco de morte em caso de acidentes. Nos Estados Unidos, as montadoras tiveram um período de evolução constante que teve início na década de 70, quando a GM passou a oferecer airbags como opcionais – em uma época em que os cintos de segurança não eram particularmente populares.

Atualmente, diversas empresas já trabalham em sistemas de frenagem automática para impedir colisões e atropelamentos, além de diversas funções inteligentes que apoiarão a chegada dos veículos autônomos no futuro.

E aí, os carros de hoje são mesmo mais seguros que os antigões? Comente no Fórum do TecMundo