(Fonte da imagem: Reprodução/Planalto)

Desde que surgiram as primeiras informações sobre a NSA, o mundo todo começou a olhar para os Estados Unidos com um pouco de desconfiança. Já foi revelado que muitos países tiveram informações capturadas por meio da tecnologia utilizada, incluindo o Brasil. Recentemente, foi revelado que até mesmo a chefe de governo da Alemanha Angela Merkel teve o celular espionado pela NSA.

Para os países aliados dos Estados Unidos, a espionagem é inaceitável e muitos já manifestaram repúdio às ações estadunidenses. E uma das pessoas que encabeça essa luta é a presidente brasileira Dilma Rousseff. Ela voltou a falar sobre o assunto e sobre a necessidade de regulação contra a espionagem dos Estados Unidos, dizendo à ONU que é preciso proteger a privacidade dos governos e dos cidadãos.

Como cita o UOL, Dilma Rousseff pretende que exista um marco de governança e manutenção multilateral da internet mundial. Com esse tipo de afirmação, a presidente deixa claro que pretende proteger os dados dos usuários e impedir que existam movimentações de espionagem com o álibi de "combate ao terrorismo" em países que não são reais ameaças à hegemonia dos Estados Unidos em seu próprio território.

A presidente brasileira espera receber o apoio de outros países nessa luta contra a espionagem dos Estados Unidos. Os aliados mais prováveis na ONU são França e Alemanha — que já apresentaram queixas similares à cúpula das Nações Unidas —, sendo que outras nações podem aderir ao movimento no futuro. Quanto ao Mercosul, Dilma afirma que vários países também estariam apoiando o movimento.

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