Você já ouviu falar da Empresa de Planejamento e Logística (EPL)? Ela foi criada para ser uma das responsáveis pelos trens-bala brasileiros, mas agora começa a configurar outra área de atuação. Estamos falando do mapeamento de cerca de 57 mil quilômetros de fibras ópticas espalhadas pelo Brasil — ao longo de estradas e ferrovias de todas as regiões.

A EPL é uma empresa estatal e vai realizar o mapeamento em parceria com a Rede Nacional de Ensino e Pesquisa (RNP). O grande objetivo nesses trabalhos é fazer com que a EPL consiga ter seu próprio backbone, o que seria de extrema importância para os trabalhos de captação de informação que são almejados pelos responsáveis pelo projeto.

(Fonte da imagem: iStock)

Segundo o G1, uma das aplicações práticas dessas redes de alto desempenho é o acompanhamento direto (e em tempo real) de praças de pedágio e postos de fiscalização — algo que hoje envolve processos muito mais lentos. O cruzamento de informações também deve ser mais dinâmico, garantindo que o governo tenha mais acesso aos dados gerados.

Isso deve facilitar o planejamento de ampliação de estradas ou instalações de modais alternativos. Também foi revelado que a EPL usará fibras das redes da Telebrás. Isso entra em um acordo que permitirá que o backbone da estatal seja utilizado para agilizar as transmissões de dados dos usuários cadastrados no Plano Nacional de Banda Larga.

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