(Fonte da imagem: Reprodução/Wikimedia Commons)

Nos seres humanos, o espermatozoide pode viver no corpo das mulheres por até cinco dias, mas há espécies em que esse período é muito maior. É o caso de algumas formigas-rainha, que podem armazenar os gametas de seus parceiros por até 30 anos, segundo relatado pelo Huffington Post. Mas as pesquisas estão indo além, mostrando algumas novidades que jamais se havia imaginado.

O doutor Klaus Reinhardt (da Universidade de Sheffield, Inglaterra) publicou um estudo para mostrar que os grilos fazem um processo ainda mais curioso. Dentro do sistema reprodutor das fêmeas acontecem reações químicas que desaceleram o processo dos espermatozoides, o que pode causar o armazenamento das células por vários ciclos reprodutivos.

Outro apontamento na pesquisa é bem mais relevante. Segundo o doutor Reinhardt, os atuais testes de fertilidade realizados com esperma podem não ser tão precisos quanto se imagina. Devido a diferenças no metabolismo celular, algumas amostras podem não condizer com a realidade. Em suma, homens declarados como inférteis podem gerar filhos (e causar confusões familiares).

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