Seja qual for a bateria utilizada por seus aparelhos eletrônicos, nenhuma delas escapa de uma falha e tanto: por ser feita de materiais voláteis, ela pode se incendiar, explodir, inflar ou vazar gases tóxicos (ou mesmo fazer tudo isso ao mesmo tempo) com o menor dano. Um projeto feito pela ProLogium, contudo, vem para acabar com isso.

O grande destaque da bateria, que você pode ver na imagem logo acima, não é sua espessura mínima (de apenas 0,38 mm, vale notar), nem o fato de ela ser extremamente flexível. O fato é que a FLCB, como é chamada, aguenta praticamente qualquer estrago, sejam impactos, perfurações ou cortes, e ainda continua funcionando normalmente, além de também não liberar os temidos gases nocivos – apesar de que ela perde parte de sua eficiência, é claro.

Para quem está cético quanto à novidade, basta conferir o vídeo abaixo: este mostra uma bateria sendo testada com um LED enquanto é danificada das mais diversas maneiras. O resultado impressiona, já que ela não apresentou qualquer problema mesmo ao sofrer os mais variados estragos.

A amiga dos aparelhos vestíveis

Não é preciso dizer que uma tecnologia como essas tem um bom número de usos. Sua espessura mínima e a possibilidade de fazê-la dos mais diversos tamanhos e formatos, por exemplo, significam que ela pode ser usada em praticamente qualquer dispositivo. Com ela, celulares e tablets podem ficar ainda mais finos do que são.

Como mostramos em uma de nossas matérias da Computex 2014, a bateria pode ser especialmente útil para dispositivos vestíveis, como no caso dos smartwatches, em que ela poderia ficar nas pulseiras do relógio. A única fraqueza nessa “super bateria” é sua carga, que atualmente chega a um máximo de 1.050 mAh – considerando que modelos de relógios inteligentes costumam trazer a metade disso e durar dias, há um bom potencial para elas nesse mercado.

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