De acordo com o The New York Times, hackers do governo de Israel invadiram computadores de terroristas do Estado Islâmico (ISIS) e descobriram que os jihadistas estão planejando a construção de notebooks com explosivos. A ideia por trás disso é levar esses dispositivos para aeroportos, e tornar possível que eles passem pelas máquinas de raio X.

O DHS dos EUA proibiu a presença de dispositivos "maiores que um celular" em voos provenientes de 10 países

Citando duas autoridades norte-americanas, o Times diz que os hackers israelenses ajudaram aos oficiais de inteligência dos EUA a entenderem melhor como o ISIS detonaria esses "notebooks-bomba".

A invasão dos hackers israelenses mostraram que a comunicação do ISIS buscava em tornar os explosivos mais parecidos com baterias de notebooks. Dessa maneira, como baterias, as bombas passariam sem ser notadas por equipes de segurança em aeroportos.

Vale lembrar que, desde março deste ano, o Departamento de Segurança Nacional dos EUA proibiu a presença de dispositivos "maiores que um celular" em voos provenientes de 10 países, entre eles, Áfria e Oriente Médio. Na época, o DHS já havia notado que terroristas poderiam colocar bombas dentro de diferentes gadgets.

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