O começo de 2016 foi marcado pela batalha jurídica entre Apple e FBI. O Departamento Federal de Investigação norte-americano buscava uma maneira de invadir o iPhone de um suspeito no ataque terrorista que aconteceu em San Bernardino, nos EUA. Para isso, o FBI pedia que a Apple entregasse um backdoor que liberasse uma invasão ao iPhone. Por sua vez, a Apple negou veemente e comentou que o programa poderia servir como precedente para o Departamento invadir o iPhone que quisesse.

O FBI pagou US$ 900 mil para comprar um software invasor e acessar o iPhone 5c

Apesar da batalha jurídica, diversos especialistas na área comentaram que isso não passou de um show midiático do FBI, já que o Departamento possui todos os recursos técnicos para invadir aparelhos sem a necessidade de ir até os tribunais para isso. Tanto que, poucos meses depois do inicio dessa briga, o FBI anunciou que teve sucesso em invadir o aparelho sem a ajuda da Apple.

Agora, a senadora norte-americana Dianne Feinstein comentou que o FBI pagou US$ 900 mil (cerca de R$ 2,8 milhões) para comprar um software invasor e acessar o iPhone 5c do suspeito do ataque em San Bernardino, como relatado pela AP.

O FBI não confirmou oficialmente o valor e, obviamente, por ser uma agência que deveria trabalhar na discrição, também comentou maiores detalhes sobre o caso. O Apple iPhone 5c em questão era de Syed Rizwan Farook que, junto de sua mulher, matou 14 pessoas em San Bernardino, em dezembro de 2015.

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