A ASOR Hack Team, uma célula hacker sob ideologia da Anonymous, está divulgando os dados pessoais do principal corpo diretor da operadora Claro. O ataque, mais conhecido como "exposed", contempla os dados do presidente José Félix e do CEO de Mercado Empresarial (Embratel), José Formoso, por exemplo. Além disso, a ASOR também está divulgando toda a base de dados da Claro.

O motivo? De acordo com o grupo, é o posicionamento de operadoras na questão do bloqueio da conexão após o fim franquia de internet móvel e internet banda larga.

"A internet hoje é uma necessidade, e não um luxo, mas querem transformá-la em acessível a poucos novamente. Embora sua expansão necessite melhorar vários fatores econômicos antes esquecidos, fazem parte dela com uma maior popularização da Internet Banda Larga e com o acesso através da rede móvel. Ela é uma ferramenta necessária, inclusiva e, a cada dia, faz mais parte da rotina das pessoas", comenta o grupo.

A internet é algo essencial para o exercício da democracia

Ainda sobre o limite à internet, a ASOR Hack Team lembrou que "a ONU declarou que a rede mundial de computadores é algo essencial para o exercício da democracia, então essa medida pode até mesmo ser considerada uma censura dos meios de comunicação".

Você pode acessar a página oficial da ASOR Hack Team para saber os detalhes do "exposed" e acessar a base de dados.

Por isso, a ASOR exige que "as operadoras Vivo, Oi, Claro, TIM e NET sejam impedidas de comercializar novos planos com previsão de bloqueio à conexão após fim da franquia do 3G/4G e da internet fixa". Para pressionar que isso aconteça, a célula hacker continua as operações, que você pode entender melhor clicando aqui.

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