A Instituição Smithsonian, em parceria com a NASA e a National Science Foundation, costuma financiar explorações anuais para a Antártica, ocasião em que são coletados diversos meteoritos que um dia caíram no solo congelado da região. Esses pequenos “tesouros” precisam ser conservados em condições rigidamente controladas, para evitar que se contaminem com micro-organismos ou substâncias que possam atrapalhar futuras pesquisas.

E como preservar centenas de meteoritos de ameaças externas? É o que o vídeo acima tenta responder, com imagens do laboratório usado para o armazenamento dessas amostras. A sala é tão esterilizada que deixaria qualquer paranoico por limpeza desapontado consigo mesmo.

Além das mesas e estruturas que lembram salas de cirurgia, as amostras vindas do espaço são guardadas em compartimentos repletos de nitrogênio pressurizado. Para manipular as “pedrinhas”, são usadas luvas especiais, fixadas à estrutura do “armário”. Pode parecer exagero, mas tanto cuidado acaba sendo compreendido ao tomarmos ciência de que esses meteoritos oferecem respostas sobre a origem do nosso sistema solar. Por isso, quanto mais conservados, melhor.

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