Amostra de rocha coletada durante a missão Apollo 15 (Fonte da imagem: Wikimedia Commons)

Durante a década de 60, astronautas trouxeram muitas “lembrancinhas” da Lua, incluindo cerca de 380 quilos de rochas extraídas do nosso satélite natural. Porém, com o passar do tempo essas amostras começaram a desaparecer: algumas foram perdidas e outras comercializadas no mercado negro.

Com o objetivo de tentar recuperar parte dessas amostras e de encontrar os responsáveis pelos furtos, o agente especial da NASA, Joseph Gutheinz, começou a investigar e a rastrear essas “pedras preciosas”. Para isso, Gutheinz passou a se chamar Tony Coriasso ― a combinação do sobrenome de um tio com o nome de um cunhado  ― e se disfarçou como representante de um americano que gostaria de comprar amostras lunares. Foram publicados até mesmo anúncios em jornais de grande circulação, como o USA Today, tudo com o intuito de atrair os comerciantes ilegais.

Durante a investigação, Gutheinz descobriu que pequenas amostras lunares foram dadas como presente para nações amigas dos Estados Unidos. O problema é que, anos depois, essas preciosidades foram parar, de alguma maneira, em leilões do mercado negro. O relato completo da investigação está no livro “The Case of the Missing Moon Rocks”, escrito e ilustrado por Joe Kloc.

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