Uma das empresas mais bem-sucedidas do mundo na última década, a Apple se acostumou a registrar sucessivos aumentos de vendas e lucros em seus relatórios fiscais. Isso mudou esta semana quando, após 13 anos de resultados positivos, ela registrou uma queda em suas vendas trimestrais — o que não significa que ela esteja passando por uma crise.

O principal responsável pelas quedas nas vendas é o iPhone, que passou a vender um pouco menos pela primeira vez desde a versão original chegou às lojas, em 2007. No segundo trimestre fiscal de 2016, a companhia registrou vendas de US$ 50,6 bilhões (R$ 178 bilhões) — no mesmo período de 2015, o valor acumulado foi de US$ 58 bilhões (R$ 204 bilhões).

Com isso, a empresa da Maçã registrou um lucro líquido de “somente” US$ 13,6 bilhões (R$ 47,96 bilhões), ou US$ 2,33 (R$ 8,21) por ação. Apesar das vendas do iPhone terem diminuído, 51,1 milhões de unidades do aparelho foram vendidas no período, número invejável para qualquer dispositivo eletrônico — para completar, foram comercializados 10,2 milhões de iPads e 4 milhões de Macs.

Previsões futuras positivas

“Nosso time teve um desempenho extremamente bom em face de turbulências macroeconômicas fortes”, afirmou o CEO Tim Cook em um comunicado oficial. “Estamos muito felizes com o crescimento forte e contínuo de vendas em Serviços, graças à força incrível do ecossistema Apple e à nossa base crescente de mais de 1 bilhão de usuários”.

Mesmo com queda nas vendas, o iPhone ainda registrou números invejáveis

Para o próximo trimestre, a companhia estima vendas que variam entre US$ 41 bilhões e US$ 43 bilhões. A maior aposta da fabricante para este ano deve ser o lançamento do iPhone 7 e do iPhone 7 Plus, que devem ser anunciados oficialmente em setembro deste ano com o intuito de frear a queda nas vendas da linha de smartphones.

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