Como já se tornou uma tradição quando um produto esperado chega aos consumidores, o site iFix tratou de desmontar o mais novo dispositivo da Apple: o aguardado Apple Watch. Além de revelar quais componentes internos estão presentes no gadget, o site julgou qual o grau de dificuldade em repará-lo — quesito no qual a novidade não traz boas notícias.

A desmontagem foi conduzida tanto na versão de 38 mm quanto no modelo de 42 mm do relógio — a última delas ainda em processo de realização. Entre os aspectos que se destacam está o fato de que o processador S1 reúne diversos componentes de maneira bastante compactada, o que dificulta qualquer reparação em uma parte específica do hardware.

Essa situação sugere que os rumores de que a Apple deve oferecer um programa de upgrade de componentes aos consumidores que optaram pela versão mais cara do produto são infundados. No entanto, vale notar que a versão testada é somente o modelo básico do Apple Watch, que pode apresentar alguma diferença em relação às variações mais caras e luxuosas.

Para chegar ao processador, o iFixit teve que realizar um total de 20 ações — entre elas, a remoção de algumas soldas usadas pela fabricante. Além disso, foi preciso passar por um “bloco sólido de resina plástica”, que provavelmente foi adicionado como forma de impedir que curiosos desmontassem o dispositivo.

Bateria pode ser removida facilmente

Em compensação, a remoção da bateria do Apple Watch se mostrou um processo relativamente simples, sem exigir o uso de processos considerados destrutivos. Para substituí-la, basta remover a tela do aparelho e forçar um pouco o “adesivo leve” que mantém a peça em seu lugar.

O novo acessório recebeu a nota 5 (de 10 pontos possíveis) no quesito possibilidade de reparação. Entre os fatores que ajudaram a diminuir a pontuação está a presença de parafusos pequenos com formato incomum, além do fato de que a remoção de cabos é praticamente impossível, visto que eles estão soldados à parte interna do gadget.

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