(Fonte da imagem: Reprodução/YouTube)

Além do Gangam Style, outro vídeo teve grande repercussão mundial recentemente. Nesse caso, estamos falando do filme “Inocência dos Muçulmanos”, que fala sobre o islamismo de maneira negativa e preconceituosa — a filmagem chegou a insultar Maomé, que é o grande profeta dessa religião, o que gerou diversas revoltas no mundo inteiro.

Por conta disso, o juiz Gilson Delgado Miranda atendeu a um pedido da União Nacional Islâmica e proibiu a reprodução do filme no Brasil, nesta terça-feira (25). O YouTube tem dez dias para retirar o trailer e o filme completo do ar. Caso contrário, o site receberá uma multa no valor de R$ 10 mil para cada dia de desobediência.

Segundo Miranda, a decisão não fere o direito de liberdade de expressão, já que o ato de ofender outros povos ou o de incitar violência é ilegal. Dessa maneira, o direito de escolha de religião é garantido e respeitado — como comentou Adid Adbouni, advogado da União Nacional Islâmica.

Setembro não é o mês do Google Brasil

Além do problema com o vídeo que agride a crença dos muçulmanos, o Google Brasil já havia “trombado” com a Justiça no começo de setembro. O diretor da empresa, Edmundo Balthazar, teve a sua prisão decretada por não retirar do YouTube um vídeo que fazia piadas com um candidato político de Campina Grande.

Fonte: Estadão

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