A Xiaomi é um verdadeiro sucesso entre as fabricantes de celular. Nova no ramo, a sua ascensão meteórica é explicada pela junção de dois fatores principais para o consumidor: ótimo hardware e preço justo. Fundada em 2010, a empresa agora está desembarcando no Brasil.

Em entrevista à imprensa norte-americana, o presidente Bin Lin, ao lado do brasileiro Hugo Barra, vice-presidente de expansão, comentou sobre a estratégia da Xiaomi em terras brasileiras e como estão seus planos para crescer em outros grandes mercados.

Primeiramente, o Brasil está marcado para receber os smartphones em breve. A Xiaomi já faz grande sucesso em países como China, Índia, Indonésia e Malásia. Os próximos mercados a receberem os aparelhos, mas nada confirmado, são a Rússia, Oriente Médio e outros locais na Ásia e América Latina.

A Xiaomi também admitiu que vai fazer presença nos EUA. Porém, ela será menor no início. Isso porque o mercado norte-americano é um dos mais difíceis de emplacar, por causa do domínio de Apple e Samsung. Inicialmente, serão vendidos apenas acessórios como baterias, roteadores e pulseiras fitness.

Estratégia

Apesar de a companhia ser reconhecida no Ocidente como uma promessa entre as empresas de smartphones, a própria Xiaomi não se considera uma fabricante de celulares. De acordo com Bin Lin, a ideia da empresa é formar uma grande comunidade de usuários e oferecer serviços a eles. Por exemplo, ela já possui 40 milhões de usuários em seus fóruns que podem trocar até 500 mil mensagens diariamente.

A "Apple chinesa" ainda planeja o seu futuro. E o caminho, segundo os executivos, é a automação doméstica. A Xiaomi já vende um smartphone que pode controlar eletrodomésticos e investe em startups que seguem esta tendência, como a Misfit. Quem também tem a mesma ideia da empresa chinesa é a Google, que comprou a Nest por R$ 8 bilhões em 2014.

As linhas de produtos da Xiaomi, atualmente, são os smartphones Mi line, Mi Note e Redmi, além dos tablets Mi Pad. Então, fique atento: poderemos trazer notícias sobre preços e outras estratégias da empresa nas próximas semanas.

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