A Xiaomi já se tornou uma das maiores vendedoras de smartphones do mundo — e em pouco tempo. A abordagem de oferecer um aparelho com bom hardware, design interessante e preço baixo fez a companhia decolar em mercados emergentes, como a China e a Índia. Agora, a Xiaomi pretende alçar novos voos: ela está criando um setor próprio para o desenvolvimento de processadores.

De acordo com o Business Korea, a empresa está trabalhando em um produto batizado de "Rifle". Ele seria voltado para smartphones e tablets, cobrindo núcleos de CPUs e GPUs. Para isso, a Xiaomi estaria também fazendo acordos com a ARM.

O Xiaomi Rifle terá mais poder de fogo que o Qualcomm Snapdragon 810

Isso significa que, com um chipset próprio, a companhia que tem o brasileiro Hugo Barra como vice-presidente não precisará mais pagar royalties para Qualcomm e MediaTek, por exemplo. Ao colocar processadores de outras marcas, as fabricantes necessitam pagar por este uso.

Uma fonte citada no Business Korea comenta que o Xiaomi Rifle terá mais poder de fogo que o Qualcomm Snapdragon 810, que possui oito núcleos (quatro ARM Cortex-A53 e quatro Cortex-A57) e Adreno 430.

Os aparelhos da Xiaomi já costumam ser baratos. Já imaginou como os preços podem cair caso a companhia não tenha que pagar mais royalties? Uma coisa é certeza: ela tem potencial para mudar o mercado.

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