A própria Microsoft reconhece que a atual Windows Store é uma bagunça: são apps muito parecidos entre si, fakes com ícones ou nomes similares demais a uma ferramenta de renome e mais quantidade do que qualidade. Preparando-se para a chegada do Windows 10 para PCs e gadgets, a empresa anunciou uma série de novas políticas para limpar o local de clones, fakes ou malwares e deixá-lo mais apropriado para as suas compras.

A política de certificação 10.1 valerá para apps novos e já existentes. Para começar, aqueles que são muito parecidos entre si (de uma ilegal ou para puro aproveitamento do sucesso de outro) podem ser removidos. O blog do Windows cita o caso de um app de lanterna que seja idêntico em aparência e função a outro de sucesso — neste caso, mesmo não sendo um malware, ele receberá um aviso para mudar a identidade visual ou será removido.

Apps com ícones muito padronizados, não chamativos e que não dizem nada sobre a utilidade também não passarão pela certificação.

Se o guia de usuário de um app e a ferramenta em si possuem o mesmo ícone (ou a versão paga e demonstrativa, por exemplo), ele estará violando os novos termos e correrá o risco de cair fora da loja.

Preços justos e dados relevantes

A ideia da Microsoft não é só filtrar os apps que realmente possam ajudar o usuário, mas garantir que ele terá uma experiência correta. Preços serão revistos e certos desenvolvedores receberão avisos para reverem o valor cobrado.

Palavras-chave, descrições e até o título serão informações constantemente vigiadas pela Microsoft, para que o app sempre diga extamente o que fará no seu aparelho.

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