A transição do Windows 7 para o Windows 8 apresentou uma interface confusa e que não agradou muito os usuários. O grande problema era a falta de definição do sistema: ou ele era muito orientado ao toque ou abandonava totalmente a interação com os dedos. A loja de apps era ainda mais estranha: apenas programas com a nova interface “Metro” e voltados para o touchscreen estavam disponíveis.

Com o Windows 10, a Microsoft pretende fazer com que essa transição seja um pouco mais “suave e indolor” para os usuários. Uma das principais mudanças acontece exatamente na Windows Store, que vai passar a disponibilizar os tradicionais softwares que rodam no desktop – também chamados de programas x86.

Aplicações desenvolvidas com base no .NET e Win32 estarão disponíveis na Windows Store, oferecendo uma nova forma de buscar e disponibilizar programas para os consumidores. Para manter a compatibilidade em arquiteturas muito distintas – como smartphones e tablets –, o Windows 10 deve lançar mão do uso de máquinas virtuais.

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