Você sabe como o sinal de internet sem fio sai do roteador e chega até os eletrônicos que você tem na sua casa? Pois esse processo é bem interessante, já que mostra como os dados se comportam quando estão “voando” pelos ambientes. Está curioso para saber mais?

Pois nesta matéria, trouxemos um breve resumo de como acontece todo esse processo — que começa na codificação dos dados em ondas eletromagnéticas e termina na decodificação dos mesmos.

Parece complicado? Fique tranquilo, pois nesta matéria vamos falar apenas sobre os conceitos mais simples que podem envolver a transmissão de sinal de internet sem fio. Confira agora mesmo!

Dados... Ondas... Dados

A internet chega até nossa casa por meio de cabos — seja por linhas telefônicas comuns ou por redes de fibra óptica. Os dados percorrem caminhos similares em ambientes internos ou externos, mas quando iniciamos a análise do sinal sem fio as coisas mudam um pouco. E isso acontece graças aos roteadores que possuímos atualmente.

Como você deve imaginar, os dados são transmitidos via pulsos de eletricidade. Nos roteadores WiFi, esses pulsos passam por oscilações elétricas, sendo assim transformados em ondas eletromagnéticas — que também podem ser chamadas de ondas de rádio, trabalhando em frequências de 2,4 GHz ou 5 GHz, na maior parte dos casos. Depois as antenas fazem o direcionamento dessas ondas.

Nesse momento, o sinal é transmitido para todas as direções (360 graus), mas com maior intensidade ao lado para o qual a antena está apontando. Quando chega até o aparelho conectado, essas ondas são decodificadas pelos chips e então os dados são interpretados. Vale dizer que as chaves de encriptação são as responsáveis por fazer com que apenas um dispositivo tenha acesso aos dados requisitados.

O caminho das ondas

Como já dissemos, essas ondas percorrem os ambientes e chegam mais ou menos longe de acordo com a intensidade do sinal. É claro que esse sinal não é infinito e nem é capaz de ultrapassar todas as barreiras sem sofrer interferência. Ou seja: paredes fazem o sinal ser reduzido; portas mais grossas também...

Além da espessura dos obstáculos, o material utilizado neles também influencia muito no resultado. Azulejos, por exemplo, podem reverberar o sinal de WiFi e causar ainda mais queda na qualidade da transmissão — e é por isso que banheiros e cozinhas podem ser os piores lugares da casa para usar redes sem fio.

É bom lembrar ainda que, para a colocação dos azulejos é necessário utilizar cimento e isso é reconhecidamente um enfraquecedor do WiFi. Paredes de concreto podem ser um bloqueador ainda mais poderoso.

O melhor lugar para deixar o roteador

Com tudo isso em mente, você já deve estar imaginando: o melhor lugar para deixar o roteador é na parte central da casa e com as antenas direcionadas da forma mais espalhada possível. Roteadores com duas antenas podem ter uma apontada para cada lado, lembrando que os locais com maior volume de demanda devem sempre ser atendidos.

A menos que exista um cômodo revestido de azulejos entre o local central da sua casa e os aposentos de maior demanda. Nesse caso, é melhor manter o roteador em alguma área em que não exista esse tipo de obstáculo.

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Você já conhecia todos os passos da internet que sai do roteador e chega no seu PC ou smartphone?

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