Os wearables ainda estão engatinhando no mercado e na vida dos usuários. Não faz muito tempo que os smartwatches e as pulseiras inteligentes estão ganhando espaço, e um dos principais destaques nesses gadgets é o cuidado que oferecem para a sua saúde e seu corpo.

Pensando nisso, o pessoal do The Next Web preparou um artigo no qual entrevista nove executivos de diferentes indústrias. Todos responderam apenas uma questão. Acompanhe logo abaixo.

Pergunta: "Como o Apple Watch, o Samsung Gear e outros wearables estão se tornando parte das vidas dos consumidores e de que maneira você acha que as companhias de saúde vão (ou devem) expandir ou melhorar as próprias ofertas?"

Respostas

Marcela DeVivo, da National Debt Relief: "Com os wearables e a internet das coisas, as empresas precisam focar em interconectividade e em dados pareados para criar um perfil mais compreensivo de um indivíduo — medindo quanto ele pesa, quantas horas ele dorme, quantas calorias ele consome e até o que tem dentro da geladeira. Já imaginou você alertar um gadget que você está de dieta e quer consumir apenas mil calorias? Se conectando com a geladeira, ele poderia dizer o que está disponível, o que você pode comer e até entregar receitas para combinar com essa dieta".

Nicole Munoz, da Start Ranking Now: "Enquanto as alterações de nossos pulsos e o movimento de nossos corpos dizem o quanto estamos nos exercitando, há muitas ferramentas para buscar. Por exemplo, alertas médicos poderiam ajudar os usuários a saberem quando o açúcar está alto ou baixo no sangue. Ainda, se eles precisam buscar um tratamento médico por causa de um batimento cardíaco irregular. Enfim, os smartwatches vão ficar ainda mais espertos com o tempo. Quem sabe um dia não consigam chamar uma ambulância se necessário?".

Mac Morgan, da Tonic Design Co.: "O smarwatch serve para se na vida do usuário, não atrapalhar. Não é um dispositivo novo, mas um clássico com nova funcionalidade. Companhias de saúde precisam entender que os usuários não querem mudanças na rotina, eles querem acesso a dados concretos, precisos e personalizados. Não é como reinventar a roda, é interagir com o usuário de maneira discreta".

Alexandra Levit, da Inspiration at Work: "Eu acho que as empresas precisam oferecer um aconselhamento humano e personalizado aos consumidores, que definam certas metas. A tecnologia pode rastrear exercícios, alimentação e até o sono. Porém, muitas pessoas não necessariamente sabem o que fazer com estas informações. Este é o ponto que falta hoje".

Shalyn Dever, da Chatter Buzz Media: "Seria ótimo se os gadgets tivessem parcerias com academias. É possível montar apps dedicados aos membros, com horários de aulas e notificações personalizadas".

Alec Bowers, da Abraxas Biosystems: "O próximo passo é a integração com empresas de saúde. Até agora, encontramos apenas um monte de dados que são simples. Porém, com análises melhoradas, as informações podem se tornar ferramentas poderosas, como a medicina preventiva".

Mattan Griffel, da One Month: "O mais interessante é que os wearables consigam alertar as pessoas de comportamentos que elas não prestam atenção, como notar postura, níveis de stress e outros dados. Além disso, mostrar como mudar isso de maneira efetiva também é necessário".

Dave Nevogt, da Hubstaff.com: "Enquanto os dados de rastreio de saúde ficam mais comuns, a questão inevitável é o que as companhias e os funcionários ganham em acessar essas informações. As empresas que oferecerem segurança e controle aos usuários vão ganhar vantagem na competição".

Sathivk Tantry, da FormSwift: "Com os smartwatches, um personal trainer agora pode ficar 'colado' em você sempre. Ou seja, apps eficientes vão facilitar uma tendência para os usuários utilizarem esses treinadores para atingir e manter um comprometimento com as metas estabelecidas".

E você? Qual deve ser o recurso-destaque de um smartwatch? Comente no Fórum do TecMundo

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