Atari entra para o infame mundo das NFTs com nova loot box

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A Atari é a mais nova participante do infame mundo das NFTs. Tida por muitos como uma nova forma de lucrar e ter posse de itens únicos, e por outros como algo sem muita utilidade e péssima para o meio ambiente, a tecnologia parece estar cada vez mais popular entre grandes empresas e celebridades.

Em parceria com a Republic Realm, empresa especializada no "mercado imobiliário" do metaverso e famosa por vender um iate virtual por US$ 650 mil, a Atari vai lançar loot boxes chamadas GFTs — o "G" vem de "gift", a palavra em inglês para "presente". Cada item será baseado em algum jogo da história da empresa, que completa 50 anos agora em 2022.

A ideia da ex-desenvolvedora de games é ter tokens não-fungíveis que podem ser presenteados, podendo até mesmo ficar embrulhados e só ser abertos em uma data pré-definida. Cada caixa de recompensas terá itens cujas raridades podem ir de Épicas, com 0,2% de chance de drop; a Comuns, com chances de até 35% de serem recebidas pelos compradores.



O anúncio do projeto foi feito por Janine Yorio, a CEO da Republic Realm, em uma entrevista concedida à emissora de TV CNN. Durante a conversa, Yorio explica um pouco sobre o projeto, dizendo que as GFTs são uma forma mais barata de apresentar alguém ao mundo das NFTs.

Enquanto tokens geralmente custam algo entre milhares e milhões de dólares, os loot boxes da parceria com a Atari custam mais barato, com alguns saindo a "apenas" US$ 250 (R$ 1.355,35 em conversão direta, no momento em que esta notícia é redigida). O projeto parece ter dado certo: a pré-venda edição limitada das GFTs da Atari esgotou em cerca de apenas 3 horas.

E você? Compraria uma NFT por "apenas" R$ 1.300? Ou prefere passar longe da tecnologia?