Desenvolvedores de Call Of Duty: Warzone fazem greve após demissões

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Imagem: Activision/Divulgação
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Funcionários da Raven Software, o estúdio da Activision por trás do extremamente popular e lucrativo Call of Duty: Warzone, deram início hoje (6) a uma greve em resposta a demissões que ocorreram na empresa a partir da última sexta-feira (3).

Na ocasião, empregados temporários do setor de Garantia de Qualidade foram desligados da desenvolvedora sem aviso prévio, subitamente tendo seus contratos encerrados.

Os responsáveis pelo estúdio teriam informado ao time que reuniões seriam realizadas para decidir quais colaboradores teriam seus contratos estendidos nos próximos meses. Em um primeiro momento, como parte do resultado das primeiras reuniões, os executivos teriam decidido não efetivar 30% dos contratos do setor de Qualidade, que seriam desligados da empresa a partir do dia 28 de janeiro de 2022.



Em contato com o Kotaku, colaboradores da companhia disseram que "o departamento de Garantia de Qualidade é essencial para o funcionamento cotidiano do estúdio como um todo". Segundo eles, "encerrar os contratos de testadores de alta performance em um período de trabalho e lucro consistentes põe em risco a saúde do estúdio".

Do outro lado, a Activision Publishing rebateu justificando estar contratando centenas de funcionários, tendo precisado demitir apenas alguns poucos. "Estamos convertendo aproximadamente 500 funcionários temporários em integrais nos próximos meses", afirmou um porta-voz da empresa. "Infelizmente, como parte desta mudança, notificamos 20 empregados temporários ao todo em nossos estúdios de que seus contratos não seria estendidos", concluiu.

Estas "demissões surpresa" não ajudam em nada a imagem da Activision, que após diversas acusações vem sendo pressionada por mudanças pelo governo dos Estados Unidos.

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