Na última terça-feira, dia 12 de outubro, a Microsoft lançou o maior pacote de atualização já disponibilizado pela empresa, capaz de corrigir 49 falhas de segurança em produtos como Windows, Office e MS-Server. O recorde, até então, era de 34 falhas.

O pacote inclui uma correção para a vulnerabilidade explorada pelo vírus Stuxnet, que atingiu as usinas nucleares do Irã e da Índia no final do mês passado. Na época, experts em segurança contaram ao The Guardian que o vírus poderia ter sido criado por uma agência de governo nacional, devido ao grau de sofisticação e aos alvos atingidos pelo ataque.

De acordo com um relatório lançado junto com este pacote de atualizações, a Microsoft estima ter removido botnets de mais de 6,5 milhões de computadores nos últimos seis meses. Esses botnets são usados para atingir sites de terceiros através de um ataque distribuído de negação de serviço, também conhecido em inglês como DDoS, acrônimo para Distributed Denial of Service.

Países com as médias mais altas de infecções por pragas virtuais

Fonte: Microsoft

O relatório aponta que, no Brasil, 550.426 computadores estavam infectados com botnets e foram “curados” durante o segundo trimestre de 2010. Nos Estados Unidos o número sobre para 2,1 milhões de máquinas.

Além disso, o Brasil ocupa a quinta posição no ranking dos países com as médias mais altas de infecções por pragas virtuais computadas entre o perído do trimestre de 2009 até o fim do segundo trimestre de 2010. As quatro primeiras posições estão ocupados pela Turquia, Espanha, Coreia e Taiwan.

Para mais detalhes sobre o relatório, visite o site da Microsoft.

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