(Fonte da imagem: ThinkStock)

Se alguém perguntasse a você quantos vírus existem em todos os sistemas operacionais possíveis, qual seria sua resposta? Acredite: apesar de perigosos, esses malwares podem estar em uma quantidade muito menor do que o imaginado – e do que o divulgado normalmente pelas empresas de segurança.

É essa a análise que faz o Zdnet, que estudou a adição de novos vírus a cada atualização feita por companhias da área. A Symantec publicou em 12 de abril, por exemplo, que seu banco de dados conta com 17.702.868 arquivos registrados – um número impressionante, mas que pode estar bem longe da realidade.

Alguns dias antes, outra atualização da mesma empresa contava com 100 mil unidades a menos. Como é praticamente impossível que tantos vírus tenham surgido em pouco menos de uma semana, fica fácil suspeitar desses cálculos.

O problema das assinaturas

Analisando a lista da Symantec, o site descobriu que cerca de 300 arquivos foram adicionados ao banco de dados – e a maioria eram malwares de outros tipos (alguns até alarmes falsos) ou revisões de ameaças já existentes.

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Mas os tais 100 mil que saíram no relatório oficial? Esses aí seriam focados nas assinaturas dos vírus detectados – um código que seria a impressão digital dessas ameaças e que pode mudar aleatoriamente cada vez que o malware se replica. Desse jeito, fica fácil contabilizar um número na casa dos milhões.

Para descobrir quantos vírus existem na internet atualmente, seria necessário analisar as famílias de malwares e suas respectivas "mutações" – uma tarefa que, a essa altura do campeonato, seria trabalhosa e variável demais.

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